Categoria Economia

Retomadas das atividades em Osasco a partir de 15/06

Osasco contra o coronavírus

Plano de ação integrada de enfrentamento à pandemia!

Regras para a retomada das atividades.

Veja como fica o comércio e atividades a partir do dia 15/06

Baixe aqui o Decreto 12.494 10.06.2020 – Retomada das atividades!

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Assista a entrevista com Rafael Paes, presidente do SINCOMERCIO OSASCO E REGIÃO para o Podcast – GIRO SA.

Assista a entrevista com Rafael Paes, presidente do SINCOMERCIO OSASCO E REGIÃO para o Podcast – GIRO SA.

A quarentena no Estado de São Paulo foi ampliada até 31 de maio, com isso, a expectativa da reabertura do comércio segue sem previsão. Para falar dos impactos da pandemia no comércio da região, o Giro Play Manhã entrevista Rafael Paes que é presidente do Sincomercio – Sindicato do Comércio Varejista de Osasco e Região.

Apresentadores: Vanessa Dainesi e Adriano Timóteo Editor: Gustavo Bornwinnson

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MP trabalhista permite corte de até 70% nos salários e suspensão total do contrato.

Medida deve preservar 8,5 milhões de empregos. Governo estima gasto de R$ 51 bi para complementar folha de pagamentos.

Nova MP prevê redução de até 70% do salário e jornada de trabalho. Foto: Agência O Globo
 

BRASÍLIA – O governo anunciou nesta quarta-feira detalhes da medida provisória , a MP 936, que autoriza que empresas reduzam salários e jornadas de funcionários, com compensação por parte do governo. Como antecipou o GLOBO, o texto permite redução salarial de até 70%, com diminuição da jornada de trabalho, ou suspensão total dos contratos.

A estimativa da equipe econômica é que 24,5 milhões de trabalhadores terão o salário reduzido ou o contrato suspenso. Isso, segundo o governo, vai evitar a demissão de 8,5 milhões. A compensação de renda para os afetados vai custar R$ 51 bilhões.

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Na quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o auxilio emergencial de R$ 600 que será pago pelo governo aos trabalhadores informais e intermitentes durante a  pandemia do coronavírus. Por sua vez, o Senado aprovou projeto que amplia o alcance desse benefício a outras 19 categorias, como diaristas, manicures, baianas de acarajé e entregadores de aplicativos.

O anúncio do plano ocorre dez dias depois da edição da MP 927, que previa a suspensão de contratos de trabalho por até quatro meses, mas não indicava como trabalhadores afetados seriam compensados. As críticas ao texto fizeram o presidente Jair Bolsonaro revogar o trecho que autorizava essa medida.

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No novo texto da MP 936, a equipe econômica buscou deixar claro que os empregados afetados terão parte da renda restituída. A redação também prevê um período de estabilidade, regra que não estava prevista na MP 927.

Se uma empresa reduzir jornada e salário por dois meses, por exemplo, o funcionário terá o emprego garantido por quatro meses (incluindo o período com remuneração reduzida). A proteção na vaga corresponde ao dobro do tempo no qual o governo pagará parte dos salários. Não foi especificado, porém, como será feita a fiscalização.

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Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, a nova legislação prevê três faixas de cortes salarial, com redução proporcional da carga horária: 25%, 50% e 70%.

O governo complementará a renda de trabalhadores afetados, usando como base o valor do seguro-desemprego.

Assim, se o corte salarial for de 70%, o governo entrará com 70% do valor do seguro-desemprego ao qual o trabalhador teria direito, caso fosse demitido. O mesmo ocorre com as outras faixas de cortes.

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A MP 936 prevê que empregadores e empregados fixem livremente percentuais de redução, como 40% ou 80%, por exemplo. Mas esses cortes terão que ser estipulados em acordo coletivo, para evitar desvantagens para o trabalhador.

Em caso de cortes salariais de mais que 70%, o governo só compensará 70% do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito.

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O governo voltou atrás em um trecho da regra que chegou a ser anunciada há duas semanas, que previa que o valor representaria uma antecipação do seguro-desemprego, a ser descontada em caso de demissão no futuro. Agora, o benefício será bancado inteiramente pelo governo. Caso o funcionário seja demitido após o período da crise, continuará a ter acesso ao seguro-desemprego normalmente.

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— Nós estamos nos comprometendo com todos. Literalmente, todos. E com isso estamos evitando mais de 12 milhões de desempregados no Brasil. Esse é o compromisso do governo de tutelar mais de 25 milhões de pessoas — disse Bianco.

Segundo o secretário de Trabalho, Bruno Dalcomo, os benefícios não precisarão ser solicitados pelos trabalhadores. Em caso de redução, os valores serão depositados diretamente na conta dos trabalhadores. Dalcomo afirmou que a medida abrange mais de 70% de todos os funcionários formais.

— O programa está abarcando 24,5 milhões de trabalhadores. É um programa que contempla 73% de todos os trabalhadores CLT do país, isso de empresas, e também o volume total de trabalhadores domésticos do país — disse o secretário de Trabalho, Bruno Dalcomo.

Em nenhum caso, os trabalhadores poderão receber menos que um salário mínimo.

— Nós estamos focando em mais de 150 milhões de brasileiros. Isso é muito relevante — disse Bianco, citando outras medidas, como o auxílio emergencial de R$ 600.

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O projeto prevê ainda que trabalhadores domésticos terão direito a parcela do seguro-desemprego caso os patrões sejam obrigados a reduzir a jornada de trabalho e o salário. Quem recebe salário mínimo, terá reposição integral da remuneração.

De acordo com a MP, para os trabalhadores com remuneração até R$ 3.135 será possível reduzir os salários por intermédio de acordos individuais entre patrões e empregados, independentemente dos percentuais aplicados.

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No caso de salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202, será necessária a intermediação das entidades sindicais se a redução for superior a 25%. Acima de R$ 12.202 (duas vezes o teto do INSS), a CLT já permite acordo individual. Para reduzir o salário fora dos percentuais determinados pelo governo, de 70%, 50% e 25%, as empresas terão que negociar com sindicatos das categorias.

As empresas que adotarem o regime não poderão demitir os trabalhadores durante o período de redução e após o restabelecimento da jornada pelo período equivalente ao da redução. Por exemplo, se a redução for de dois, a estabilidade será de quatro.
 

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Coronavírus faz Receita adiar para 30 de junho prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda.

Prazo era 30 de abril. Motivo do adiamento é a crise provocada pela pandemia do coronavírus. Até a última segunda, tinham sido entregues 8 milhões dos 32 milhões de declarações esperadas.

Integrantes da equipe econômica detalham medidas do governo em entrevista no Palácio do Planalto — Foto: Gustavo Garcia/G1

Integrantes da equipe econômica detalham medidas do governo em entrevista no Palácio do Planalto — Foto: Gustavo Garcia/G1

O secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, anunciou nesta quarta-feira (1º) a prorrogação do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias.

Com isso, o prazo para a entrega da declaração de 2020 passa de 30 de abril para 30 de junho.

“Esse prazo venceria no próximo dia 30 de abril e está sendo prorrogado para entrega no dia 30 de junho. Portanto prorrogação por dois meses do prazo de entrega das pessoas físicas”, afirmou o secretário.

A Receita ainda avalia se será mantido o prazo do primeiro lote da restituição, previsto para 30 de maio.

Tostes Neto deu as informações em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto ao lado de outros integrantes da equipe econômica do governo.

De acordo com o último balanço divulgado pela Receita, em 30 de março, foram recebidas pelo órgão 8,1 milhões de declarações – cerca de 25% do total.

A expectativa, segundo o governo federal, é que 32 milhões de contribuintes façam a declaração em 2020.

Impacto do coronavírus

Há cerca de duas semanas, o secretário Tostes Neto afirmou que a Receita avaliaria o adiamento do prazo em razão do avanço da pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, explicou que o órgão avaliaria o impacto da crise nas condições do contribuinte de declarar o imposto.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/01/receita-adia-para-30-de-junho-prazo-de-entrega-do-imposto-de-renda.ghtml

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Liberado por lei, desconto nas compras em dinheiro não é obrigatório

Presidente Michel Temer sancionou nesta segunda lei que permite cobrança diferente por um mesmo produto, dependendo da forma de pagamento.

Os lojistas não serão obrigados a oferecer desconto aos consumidores nas compras feitas em dinheiro, após a sanção da lei que permite cobrar preços diferentes para um mesmo produto dependendo da forma de pagamento (cartão, dinheiro ou cheque).

A lei, sancionada nesta segunda-feira (26) pelo presidente Michel Temer, só exige, caso o comerciante opte por oferecer o desconto, que o aviso esteja em local visível. Em caso de descumprimento, os comerciantes estarão sujeitos às punições previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Antes da lei, a diferenciação de preços era proibida. A prática, porém, já era comum no comércio.

O governo acredita que a mudança permitirá uma redução de custos para os consumidores e também para os lojistas, já que a concorrência pode levar à queda nos custos das operações com cartão de crédito.

De acordo com o superintendente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Everton Correia, hoje a taxa cobrada nas operações com cartão varia de 5% a 7%.

O assessor especial de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda, João Manoel Mello, afirmou duvidar que a medida será usada por lojistas para aumentar margem de lucro, ao invés de repassar o desconto para o consumidor.

“Todas as medidas pró-competitivas diminuem o preço. Duvido que haverá aumento do preço médio. Isso [a queda do preço] é absolutamente certo”, afirmou Mello a jornalistas durante entrevista após a cerimônia da sanção da lei, no Palácio do Planalto.

A Proteste, associação que atua na defesa do consumidor, critica a mudança. De acordo com a entidade, a diferenciação de preços é contra a lei e não há garantia na lei de que haverá desconto para o pagamento em dinheiro, por exemplo.

De acordo com a Proteste, a medida pode resultar no sobrepreço de produtos, já que os consumidores não terão condições de identificar se o preço a ser pago é real.

A associação aponta ainda que pagamentos em dinheiro, cheque, cartão de débito ou de crédito são todos considerados à vista. E que os usuários de cartão pagam taxas, como de anuidade, além de juros no caso de parcelamento das faturas, o que não justificaria a diferenciação de preços.

Inflação

João Manoel Mello afirmou ainda que as reduções de preço, resultado da nova lei, podem ter impacto na queda da inflação, mas ele não soube estimar de quando ele pode ser.

Questionado sobre se há uma decisão do Banco Central sobre a redução do prazo para que os lojistas recebam os pagamentos feitos com cartão de crédito, o diretor de regulação do Banco Central, Otávio Damaso, afirmou que a proposta está em estudo e que não tem nenhum prazo definido para a implantação da medida.

Transferência de renda

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou, também durante a cerimônia, que a lei promove a modernização do sistema de pagamento e do sistema financeiro brasileiro em geral.

De acordo com ele, um dos principais impactos é a redução do subsídio cruzado entre consumidores que pagam em dinheiro e no cartão.

As compras em cartão envolvem a cobrança de taxas pelas operadoras e que são repassadas aos consumidores. Com a regra que previa preço único para os produtos, tanto aqueles que pagam em dinheiro quanto os que pagam com o cartão acabavam sendo onerados por esse custo extra.

Com a mudança, a expectativa é que, a partir de agora, quem paga em dinheiro fique livre dessa cobrança e acabe tendo desconto no valor dos produtos.

“Famílias de baixa renda, que pouco usam o cartão, estão transferindo renda para famílias de renda mais elevada, que usam mais o cartão”, apontou Meirelles.

Fonte: g1.globo

Veja 11 motivos para não deixar o IR 2017 para a última hora

Neste ano, o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2017 termina em 28 de abril, portanto, são dois dias a menos, pois normalmente acaba no dia 30, ou seja, os contribuintes devem ter isso em mente para não deixar para a última hora. Fazer a declaração com antecedência e sem pressa diminui as chances de erros de preenchimento e, consequentemente, o risco de cair na malha fina.

Pequenos deslizes, incorreções e omissões não-intencionais na declaração do IR podem ser suficientes para reter o contribuinte na fila de espera por uma análise mais apurada. Por outro lado, declarar com antecedência pode render alguns benefícios e evitar imprevistos.

“Desta forma, o contribuinte poderá revisar a declaração, observar se todos os documentos lançados estão corretos, analisar se faltou alguma informação ou mesmo algum informe para ser lançado e fazer comparações importantes como qual modelo optar, se o completo ou o simplificado, se declara em conjunto ou separado, enfim, há inúmeras razões para não deixar a entrega para a última hora”, diz Sandro Rodrigues, contabilista da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria S/S.

Segundo ele, o Fisco tem um “verdadeiro arsenal” de informações e dados que recebe das mais diversas fontes, justamente para confrontar e validar as informações repassadas pelos contribuintes.

Veja abaixo alguns dos principais motivos para não deixar a declaração do IR para a última hora:

Rede congestionada

Como boa parte dos contribuintes deixa para entregar a declaração nos últimos dias, o sistema da Receita Federal pode ficar sobrecarregado e com lentidão, devido ao grande número de acessos, o que impede a transmissão no prazo ou faz com que as pessoas gastem mais tempo para realizá-la. Além disso, se acontecer qualquer problema com o computador ou com a internet, o contribuinte terá pouco tempo para resolvê-lo.

Erros

A pressa pode aumentar o risco de cometer erros na declaração. Entre as falhas mais comuns estão colocar como dedução algo indevido ou com valor errado, rendimentos tributáveis em campos de não tributáveis ou ainda deixar em branco algumas informações.

Esquecimento

Quem deixa para a última hora pode esquecer os gastos que poderiam ser abatidos e, quando se lembrar, não terá tempo de ir atrás dos comprovantes, como tratamentos feitos com psicólogos, dentistas ou fisioterapeutas, além de despesas que o locador tiver com corretagem e administração de imóveis ou, ainda, com consultas e internações médicas e reforma do imóvel.

Falta de ajuda

Em caso de precisar da ajuda de um profissional da área de contabilidade, o contribuinte corre o risco de não encontrar horário para ser atendido. Além disso, pode não ter tempo suficiente para checar informações no site da Receita Federal.

Documentos

A falta de alguns documentos necessários para a declaração só é percebida no momento do preenchimento e, se estiver a poucos dias do prazo final, não haverá tempo para obtê-los ou de localizar informações complementares. Contrato ou escrituras de compra e venda de imóveis ou automóveis, notas fiscais de escolas, centros médicos ou de outros serviços de profissionais liberais podem demorar dias.

Rodrigues destaca ainda informes de rendimentos de empresas e instituições financeiras; comprovantes de pagamentos ou recebimentos de pensões alimentícias judiciais ou por escritura pública; comprovantes das contribuições previdenciárias oficiais pagas; comprovantes relativos à previdência complementar e de contratos de empréstimos, tanto como devedor ou credor, ou de doações efetuadas ou recebidas.

Malha fina

A pressa pode levar o contribuinte a cometer erros, o que pode levá-lo a cair na malha fina. Se informou alguma coisa errada, não terá tempo de corrigir os dados e enviar a declaração retificadora dentro do prazo. É que muitas vezes o contribuinte só se dá conta de que informou dados incorretos depois de ter enviado a declaração.

“A entrega da declaração o quanto antes é importante pois haverá possibilidade de evitar informações incorretas ou imprecisas e, assim sendo, dificilmente o contribuinte terá sua declaração retida na malha fina”, afirma Rodrigues.

Além disso, de acordo com a Serasa, quem entrega primeiro sua declaração recebe o retorno antes sobre eventuais erros.

Modelo de declaração

De acordo com Rodrigues, outro fato relevante é com relação à retificação da declaração. Se for feita antes do prazo de 28 de abril, o modelo de declaração poderá ser mudado de completa para simplificada ou vice-versa. No entanto, após o prazo, a declaração poderá ser retificada, entretanto, o modelo terá de permanecer o mesmo.

Multa

Ao deixar para a última hora, o contribuinte pode perder o prazo e terá de pagar multa, pois com o prazo contado, ele fica sujeito a imprevistos tanto ligados à declaração quanto relativos à vida pessoal e profissional. A multa mínima é de R$ 165,74, apenas para quem estava obrigado a declarar, mesmo sem imposto a pagar, e fizer a entrega fora do prazo.

Além disso, há a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido na declaração, limitada a 20%. “Sem falar que, havendo imposto a pagar, as parcelas serão pagas com multa e juros. Realmente será muito oneroso ao contribuinte”, diz Rodrigues.

Checagem

Rodrigues afirma que é importante haver tempo hábil para conferir as informações prestadas na declaração e digitá-las com atenção. Ele destaca que não se pode esquecer de lançar valores de outras fontes de rendimentos, ou seja, de todas as empresas em que trabalhou, mesmo que tenha sido por pouco tempo durante o ano-base de 2016.

Os autônomos deverão recolher o carnê-leão quando for o caso e, naturalmente lançar os valores recebidos. É preciso ainda ter cuidado com valores imprecisos, incorretos, informações desencontradas, portanto, deve-se ter em mãos as notas e recibos de gastos dedutíveis.

O contabilista ressalta ainda a necessidade de lançar eventuais ganhos de capital, como na venda de imóveis e outros bens e direitos, além das rendas variáveis, como ações.

“É importante ainda observar se os pagamentos com pensão alimentícia estão de acordo com a decisão judicial ou escritura pública e se a renda tributada ou não está em conformidade com a movimentação financeira”, salienta.

Restituição

Quem entrega na última hora provavelmente recebe a restituição apenas nos últimos lotes. A Receita analisa as declarações por ordem de chegada, por isso, a fila para receber o dinheiro estará grande quando as últimas declarações chegarem.

Há contribuintes, no entanto, que preferem ser os últimos, pois o dinheiro da restituição é corrigido com base na taxa de juros Selic, que atualmente é de 12,25%. Os lotes de restituição são entregues normalmente entre junho e dezembro, próximo ao dia 15 de cada mês.

Por outro lado, de acordo com a Serasa, entregar cedo não é garantia total que irá receber antes, pois isso depende da análise feita pela Receita, mas com certeza agilizará a restituição.

Organização das finanças pessoais

De acordo com a Serasa, entregar a declaração no início do prazo ajuda no planejamento financeiro, pois prevê os gastos com o imposto com uma certa antecedência.

Fonte: www.g1.globo.com

Os segredos de empreendedores de sucesso para converter empresa pequena em grande companhia

Quatro profissionais bem-sucedidos compartilham lições aprendidas em trajetória de crescimento de suas empresas.

 

Na era da internet, são vários os exemplos de companhias que evoluíram rapidamente de um negócio de garagem para empresa global.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com o identificador de músicas Shazam, o buscador de passagens aéreas, hotéis e locadoras de veículos Skyscanner e o site de aluguel de quartos e imóveis Airbnb.

Mas os fatores que permitem essa transformação são complexos – a tarefa sempre será um grande desafio.

A BBC ouviu quatro profissionais bem sucedidos que compartilharam suas experiências e impressões sobre o que se deve ou não fazer para botar uma pequena start-up na rota do sucesso global. Veja a história e as dicas de cada um deles.

Aprender a delegar

Jessica Butcher é co-fundadora da Blippar, aplicativo que permite blippar objetos com a câmera do celular, trazendo para a tela mais informações sobre eles. A ideia do produto veio em uma conversa de bar, há seis anos. Hoje, a empresa vale mais de US$ 1 bilhão.

No Fórum dos Fundadores, uma conferência anual de empreendedores, ela explicou à BBC que, pela experiência na Blippar, os criadores/donos de uma empresa têm que saber abrir mão de seu controle absoluto se querem crescer.

“Eu gosto do ambiente caótico das startups, pode falar com todo mundo da equipe, compartilhar ideias”, diz Butcher.

“Mas quando o negócio cresce, os desafios mudam. O fundador não participa de todas as decisões e tem que aprender a delegar funções”, afirma.

Butcher contou que a licença maternidade ajudou nisso, porque exigiu que se afastasse um pouco do trabalho e contratasse pessoas melhores que ela nos aspectos operacionais.

‘Engarrafar a paixão’

Michael Tamblyn comanda a empresa de livros eletrônicos Kobo e recorda com carinho dos seus dias de start-up, quando alguns funcionários dormiam nas próprias mesas.

A Kobo começou como uma das primeiras livrarias online canadenses ainda na década de 1990. Tamblyn disse que é mais fácil manter a paixão quando se tem dez pessoas trabalhando juntas para fazer uma empresa decolar. O desafio é manter esse espírito quando “somos 300”.

Na Kobo, conta Tamblyn, com frequência é feito o “teste do bote salva-vidas depois de um naufrágio”. “Você gostaria de estar num bote com essa pessoa? Isso descreve bem o que é trabalhar numa start-up. A tormenta é forte e você não sabe se vai sobreviver. Você tem que confiar na pessoa ao seu lado”, afirma o empreendedor.

Michael Tamblyn diz ainda que é preciso reunir pessoas com diferentes qualidades e habilidades. “Você não quer uma monocultura, versões de você mesmo trabalhando ao seu redor. Você quer pessoas que vão te puxar, impulsionar e te desafiar”, observa.

O criador da Kobo ensina que é preciso “engarrafar a paixão” para continuar usando o entusiasmo inicial e evitar criar um exército de pessoas iguais.

Não se precipitar

É preciso saber lidar com frustrações para não tomar decisões precipitadas. Esse a lição aprendida por Alex Depledge, que montou a Hassle, empresa britânica online que oferece empregados especializados em limpeza.

 A empresa de Depledge cresceu – até montar dois escritórios internacionais. A partir daí enfrentou dificuldades para se expandir globalmente, e Depledge acabou aceitando a oferta de compra feita por grupo alemão.

“Se eu soubesse o que sei agora, provavelmente não faria o que fiz”, afirma. “No começo da empresa era mais fácil. Depois tem que implementar processos, contratar pessoas. Não sabíamos como fazer muitas coisas como essas”, diz.

Ela observa ainda que o sucesso pode dificultar a identificação de eventuais falhas ou erros.

Para Depledge a falta de exemplos britânicos de empresas que explodiram e viraram globais num curto período de tempo acabou prejudicando o crescimento.

“Não tivemos um Google ou um Facebook britânicos, não tivemos esses talentos que já passaram por essa viagem e que possam ajudar a formar uma nova geração”.

Menor pode ser melhor

Bill Veghte trabalhou em grandes empresas do mundo da tecnologia de informática, mas sua trajetória com empresas que começaram pequenas e se tornaram empreendimentos globais foi no sentido inverso.

Ele já vinha de uma carreira estabelecida em gigantes como Microsoft e Hewlett Packard quando assumiu, em agosto de 2015, a Survey Monkey, que oferece ferramentas online gratuitas de pesquisas de mercado.

“Tem sido uma experiência profissional fascinante. Em todas as organizações que eu liderei, a gente chega, calibra, tenta entender o que empregados precisam e querem, o que clientes precisam e querem, e, lentamente, pisa no acelerador”.

“Em lugares muito grande é, às vezes, como tripular um porta-aviões.”

“Mas numa empresa pequena como a Survey Monkey, se parece mais como manobrar uma lancha rápida. Você sente a velocidade, há menos gente, mais energia. Há uma conexão mais íntima”, compara.

Fonte: www.globo.com

Microempreendedor tem alternativas na hora de declarar IR

O microempreendedor individual (MEI) se enquadra nas mesmas regras de qualquer pessoa física para declarar Imposto de Renda, mas separando receita e despesas da empresa do lucro obtido, evita pagar imposto a mais.

Para fins de IR, é preciso saber o tratamento dos rendimentos obtidos na condição de MEI e os obtidos na condição de pessoa física.

Em relação aos rendimentos como MEI, é considerado isento o valor equivalente a 8% da receita anual tida com a atividade de comércio, fabricação de produtos e transporte de cargas; 16% com transporte de passageiros; e 32% com serviços em geral. O percentual sobre a receita é o lucro presumido da atividade.

Exemplo: uma cabeleireira que recebeu R$ 60 mil em 2015 pode considerar como valor isento R$ 19,2 mil (os 32%) da renda da empresa.

Nesse exemplo, os R$ 19,2 mil são informados na linha 09 (Rendimento de sócio ou titular de microempresa ou empresa de pequeno porte) da ficha Rendimentos Isentos e não Tributáveis.

Os demais R$ 40,8 mil podem ser considerados consumidos na atividade do MEI ou podem ser pagos à pessoa física como pró-labore. Sendo tratados como pró-labore, serão informados na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular e ficam sujeitos ao IR na fonte.

O valor pode justificar acréscimo de patrimônio, como compra de veículos, imóveis e aplicações financeiras.

“Alternativamente, o MEI pode fazer um balanço patrimonial para justificar que seu lucro é maior do que o valor pago na forma de um percentual sobre a receita”, diz Antonio Teixeira Bacalhau, da consultoria Sage/IOB. Esse lucro terá o tratamento de rendimento isento.

Exemplo: R$ 60 mil de receita e R$ 10 mil de custos e despesas, sendo apurado lucro anual de R$ 50 mil. Nesse caso, em vez de considerar como isentos somente R$ 19,2 mil, podem ser considerados isentos os R$ 50 mil (o lucro contábil apurado no ano).

Assim, todo esse lucro será informado na linha 09 da ficha Rendimentos Isentos e não Tributáveis.

Já nos outros rendimentos que a pessoa física teve (salário ou aluguel de bens), a tributação é normal com base na tabela progressiva mensal e vai direto para a pessoa física, sem passar pelo MEI.

Na declaração, esses rendimentos são informados na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo Titular (no caso de salários) ou na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior (aluguéis, por exemplo).

Os demais são declarados nas fichas próprias.

Se não se enquadrou nas regras de obrigatoriedade, o titular do MEI não é obrigado a entregar a declaração anual, e sim a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual até o fim de maio.

Empreendedor de olho no leão

1 Quando o MEI (microempreendedor individual) tem que declarar Imposto de Renda?

Se teve rendimentos isentos ou tributados de forma definitiva acima de R$ 40 mil em 2015

Se obteve renda tributável (salários, aluguéis de bens, por exemplo) acima de R$ 28.123,91

Se teve a posse ou a propriedade de bens ou direitos em 31 de dezembro do ano passado com valor superior a R$ 300 mil

Se vendeu bens ou direitos com ganho de capital sujeito ao Imposto de Renda

2 O que preciso saber para declarar renda como MEI no Imposto de Renda?

Que a tributação do MEI é pelo sistema de lucro presumido.

A parcela isenta é de:

8% para quem atua no comércio, fabricação de produtos e transporte de cargas

16% com transporte de passageiros

32% para quem trabalha com serviços em geral

3 Até quando é preciso declarar?

A Receita Federal recebe neste ano as declarações do Imposto de Renda até o dia 29 de abril

Fonte: www1.folha.uol.com.br

Proporção de mulheres que querem empreender no Rio e em SP é a maior entre 8 países

Pesquisa da Firjan mostra que a proporção de mulheres jovens que querem empreender nas cidades brasileiras é de 62%.

 

proporção de mulheres entre 25 e 35 anos que desejam abrir um negócio próprio no Rio de Janeiro e em São Paulo é a maior em um ranking com outras 7 cidades pelo mundo, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo a pesquisa, 62,6% das mulheres dessa faixa etária no Rio e em São Paulo desejam empreender nos próximos anos. A segunda maior proporção foi registrada em Moscou (60,9%), seguida por Bombaim (58,4%), Xangai (52%), Londres (44%), Nova Iorque (33,8%), Berlim (32,5%) e Madri (24,2%).

No Brasil, a maioria das mulheres (66,2%) citam como uma das principais razões para empreender a possibilidade de ter mais flexibilidade do horário de trabalho. Entre os homens, a proporção de empreendedores que cita essa justificativa cai para 54,7%.

Mulheres dominam mais assuntos da empresa

A pesquisa mostra que, entre os jovens que têm o próprio negócio no Brasil, a proporção de mulheres que procuram dominar todos os assuntos de sua empresa é maior do que os homens (69,7% contra 54,3%).

Ainda segundo o levantamento, a maioria das empreendedoras brasileiras é a única dona de seu negócio, com 55,2% – proporção semelhante à dos homens, de 55,7%.

Ainda que trabalhem menos em parceria, a grande maioria das jovens empreendedoras busca estabelecer redes de contato profissionais, trocar experiências e buscar informações de mercado: o networking é uma realidade para 90% das empreendedoras, percentual similar ao observado entre os homens (92%).

Fonte: www.globo.com

Cresce otimismo do brasileiro em relação às perspectivas para a economia

Sondagem foi feita entre 1º e 13 de novembro do ano passado, com 1.200 consumidores maiores de 16 anos nas principais capitais do País

Por Agência Brasil

Pesquisa nacional feita pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e pelo Instituto Ipsos revela um aumento do otimismo dos brasileiros em relação à economia este ano. Feita entre 1º e 13 de novembro do ano passado com 1.200 consumidores maiores de 16 anos nas capitais Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 cidades brasileiras, a sondagem foi divulgada hoje (3), no Rio.

Ela mostra que um entre três brasileiros acredita que as condições da economia vão melhorar nos próximos seis meses. Em 2016, apenas um entre cada cinco consumidores se mostrava otimista, o que significa que houve avanço de 13 pontos percentuais nas perspectivas para este ano. Os que acreditam que o cenário vai piorar neste semestre representam 29%, com recuo de 9 pontos percentuais ante a mostra anterior.

O gerente de Política Econômica da Fecomércio-RJ, o economista Christian Travassos, disse que a percepção mais otimista do brasileiro está de acordo com o que foi identificado em outros indicadores de confiança, como o Boletim Focus, do Banco Central, e pesquisas empresariais do comércio e da indústria. “Há melhora para o cenário de crescimento e de inflação”, disse;

Travassos lembrou que o que o consumidor mais sente no bolso, no dia a dia, é o impacto da inflação no seu poder de compra. “A inflação, em um ano, caiu pela metade e o desemprego que vinha aumentando já desacelerou. Então, a tendência é melhorar. Daí, o aumento do otimismo em relação à retomada da atividade, do emprego e o recuo da inflação. Nós identificamos esses indicadores junto aos consumidores brasileiros e eles conversam com outros números do mercado financeiro, da confiança do comércio e da indústria, que também apontam nessa direção”, destacou.

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Otimismo do brasileiro cresceu em relação às perspectivas para a economia (Foto: Divulgação)

Fatores de confiança

No tocante ao futuro da inflação, 27% dos entrevistados disseram acreditar que ficará sob controle este ano, contra 17% no ano passado. A pesquisa revela também uma queda de 48% para 37% entre os que acreditam em aumento da inflação em 2017. Em relação ao desemprego, 33% dos consultados demonstraram otimismo nas melhorias das condições de emprego (21% no ano anterior), enquanto 38% apostam em piora do cenário (47% na mostra passada).

A parcela dos consumidores que relatam confiança na melhora da renda pessoal nos próximos seis meses subiu de 26%, na pesquisa anterior, para 35% agora. Os menos otimistas caíram de 28% para 25%, na comparação entre um ano e outro.

Christian Travassos afirmou que a sensação, aos poucos, é que o pior já passou. “A confiança no futuro é maior do que no presente. As pessoas sabem que, neste momento, a atividade econômica ainda está em banho-maria, o emprego ainda precisa crescer, a partir da retomada do investimento, da atividade econômica”. Ele observou que a economia é como um transatlântico, em que os movimentos são lentos. O importante, salientou, é que quando se olha para a inflação, índices de confiança e juros, a sensação é que, para adiante, as coisas vão melhorar.

Ele admitiu que, olhando-se os números frios, ainda há expectativas negativas, que não são irrelevantes. Mas, analisando o movimento como um todo, percebe-se um processo de melhoria. “Embora as pessoas ainda estejam preocupadas, é crescente a sensação de que as coisas vão melhorar no futuro”.

“O importante é essa sensação que o pior está ficando aos poucos para trás, porque a economia vive de confiança. Confiança de que eu posso investir porque vou vender, de que eu posso recontratar porque (as vendas) vão girar, de que eu posso consumir porque vou permanecer empregado ou acabei de conseguir um emprego. Essa confiança é fundamental para o ritmo de atividade, que puxa emprego, que puxa consumo,” disse.

O gerente da Fecomércio salientou que no bolso do consumidor, ele sente, de um lado, a inflação que caiu pela metade, e do outro os juros, que são o custo do dinheiro, que também está em queda. Esses são os dois principais fatores que explicam porque aumentou a confiança no futuro, apontou.

Fonte: www.gazetasp.com.br