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Osasco contra o coronavírus

Plano de ação integrada de enfrentamento à pandemia!

Regras para a retomada das atividades.

Veja como fica o comércio e atividades a partir do dia 15/06

Baixe aqui o Decreto 12.494 10.06.2020 – Retomada das atividades!

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Assista o vídeo e confira mais essa ação da Prefeitura de Osasco ajudando a população!

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Assista a entrevista com Rafael Paes, presidente do SINCOMERCIO OSASCO E REGIÃO para o Podcast – GIRO SA.

A quarentena no Estado de São Paulo foi ampliada até 31 de maio, com isso, a expectativa da reabertura do comércio segue sem previsão. Para falar dos impactos da pandemia no comércio da região, o Giro Play Manhã entrevista Rafael Paes que é presidente do Sincomercio – Sindicato do Comércio Varejista de Osasco e Região.

Apresentadores: Vanessa Dainesi e Adriano Timóteo Editor: Gustavo Bornwinnson

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Jornalista Roberto Cabrini visita Hospital Antônio Giglio.

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Mesmo com risco de inadimplência alta, bancos retomaram com força a concessão de empréstimos

Ávidos para acelerar os resultados com crédito na esteira da economia que sai da recessão, os bancos brasileiros retomaram com força a concessão de empréstimos para pequenas e médias empresas, ampliando um movimento que já vinha acontecendo no financiamento ao consumo.

O segmento foi destaque de crescimento dos três maiores bancos privados listados em bolsa no país no quarto trimestre, tendo a maior alta sequencial em pelo menos quatro anos no Santander Brasil e no Itaú Unibanco e o primeiro avanço no Bradesco em cinco trimestres.

O Banco do Brasil, que divulga seus resultados do período na quinta-feira, também deve apresentar expansão nos empréstimos para empresas menores, segundo fontes da indústria financeira.

O movimento representa uma forte mudança de postura dos bancos e parece ousado demais, se levar em conta que 4,937 milhões de micro e pequenas empresas estavam inadimplentes no fim de 2017, um recorde segundo a Serasa Experian.

Nos últimos anos, antes mesmo da forte recessão que atingiu o país em 2015 e 2016, as empresas de menor porte lideraram o repique nos índices de inadimplência dos bancos, que passaram a pedir mais garantias antes de rolar dívidas ou conceder novos empréstimos.

Dada a característica desse mercado, em que as linhas como capital de giro e antecipação de recebíveis na maior parte das vezes não oferecem garantias, os credores fecharam as torneiras para o setor, preferindo se focar nas linhas com seguras, como os créditos consignado e imobiliário para pessoas físicas.

Porém, com a economia se recuperando nos últimos meses e a taxa básica de juros caindo a mínimas históricas, os grandes entenderam que têm folga para aumentar o apetite por risco.

“Os níveis de inadimplência caíram para um nível que os bancos entenderam que têm uma folga para correr mais riscos”, disse um executivo de um grande banco à Reuters. “Mesmo que a inadimplência suba um pouco, se as margens compensarem, a relação risco/retorno vale a pena”, acrescentou a fonte, que pediu anonimato.

A leitura dos bancos é de que, com a economia em recuperação, a nova safra de crédito deve vir com melhor qualidade. Na realidade, isto já está acontecendo. Os índices antecedentes de inadimplência foram unânimes nesta direção.

No Santander o índice de inadimplência do setor até 90 dias caiu 0,6 ponto percentual na passagem do terceiro para o quarto trimestre. No Bradesco, esse indicador atingiu o piso em pelo menos quatro anos. No Itaú, o NPL formation, também uma prévia da deterioração futura, caiu pelo quinto trimestre seguido, para o menor nível em dois anos.

Esse movimento de alguma forma ajuda a explicar a expansão recente dessa carteira, chamada no jargão do mercado de PME. De setembro a dezembro, a carteira de pequena e média empresa cresceu 4,1 por cento no Santander Brasil, 4,6 por cento no Itaú Unibanco e 1,5 por cento no Bradesco. Pela indicação dos próprios credores, essa tendência deve se prolongar neste ano.

Junto com as linhas para pessoas físicas, “as de pequenas e médias empresas devem liderar o crescimento do crédito do Itaú Unibanco em 2018, disse o presidente-executivo do banco, Candido Bracher, ao comentar os resultados do quarto trimestre.

Concorrência

Outro componente que pode ajudar a explicar a reviravolta dos bancos em relação ao setor é a ainda sutil, mas crescente concorrência de outras fontes de financiamento.

Com as portas praticamente fechadas nos grandes bancos, microempreendedores, comerciantes e donos de pequenos negócios que vão de manufatura a prestação de serviços têm buscado refúgio em instituições como fintechs e outras empresas especializadas no chamado peer to peer (P2P), que faz intermediação entre tomadores e concessores de recursos.

Empreendedores de fintechs de crédito, como Banco Inter, Creditas e Geru, inicialmente criadas para atender o varejo, dizem que pelo menos 30 por cento de operações de valores maiores, de dezenas, centenas ou mesmo milhão de reais, são tomados por pessoas físicas para sanear negócios próprios.

“Têm desde gente tomando crédito para reformar clínica odontológica e para abrir padarias”, diz Sergio Furio, fundador e presidente da Creditas, especializada em crédito com garantia.

Em paralelo, instituições especializadas no P2P têm crescido velozmente. A SRM, gestora de FIDCs especializada em linhas como capital de giro para empresas com faturamento entre 50 milhões e 3,5 bilhões de reais por ano, fez cerca de 6 bilhões de reais em empréstimos no ano passado.

“Para este ano, a meta é fazer 10 bilhões de reais”, diz o fundador e presidente da SRM, Marcos Rafael Mansur.

 

FONTE: Revista Exame

Os economistas consultados pelo Banco Central para sua pesquisa semanal Focus voltaram nesta segunda-feira (5) a elevar suas estimativas para o crescimento da economia brasileira em 2018. A mediana prevista é de 2,70%, mesmo número de duas semanas atrás, segundo os números coletados até sexta-feira (2) e divulgados hoje.

No levantamento anterior, a projeção para a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano havia recuado para 2,66%. Para 2019, as apostas foram mantidas em um crescimento de 3%.

Outro número que teve alteração um pouco mais significativa foi a estimativa para inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 12 meses: foi elevada de 4,01% para 4,04%. Para 2018, a mediana das projeções dos analistas sofreu um ajuste, de 3,95% para 3,94%. Para o ano que vem, as apostas para a inflação se mantiveram em 4,25%, segundo a Focus.

Também ficaram na mesma as estimativas para a taxa básica de juros, Selic: 6,75% no fim de 2018 e 8% no encerramento de 2019, entre os economistas em geral.

Entre os analistas que mais acertam as projeções na pesquisa do Banco Central, os chamados “Top 5”, as medianas das estimativas de médio prazo também foram mantidas: em 3,78% para o IPCA de 2018 e 4% para 2019, e em 6,50% para a Selic no fim deste ano e em 8% no próximo.

 

FONTE: http://bit.ly/2EdRSIv

O segmento de móveis e decoração foi o que apresentou maior variação, com expansão de 14,7% na comparação com julho do ano passado

O comércio varejista na cidade e no Estado de São Paulo registrou expansão em julho, aponta levantamento da FecomercioSP obtido pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, com exclusividade.

As vendas estaduais cresceram 5,22% ante julho do ano passado, alcançando a cifra de R$ 50,656 bilhões. No acumulado do ano até julho, o varejo registra crescimento de 3,8% em comparação ao período equivalente de 2016.

Já na avaliação dos 12 meses encerrados em julho, a alta é de 3%.

O segmento de móveis e decoração foi o que apresentou maior variação, com expansão de 14,7% na comparação com julho do ano passado.

Na sequência, o segmento de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos teve alta de 14,5%, enquanto o mercado de autopeças e acessórios registrou crescimento de 13,0%.

O faturamento de supermercados teve alta de 1,4% na mesma base de comparação.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), da FecomercioSP, indica que todos os segmentos do varejo estudados apresentaram expansão no faturamento.

Na capital paulista, o desempenho do sétimo mês do ano foi 4,95% superior ante julho de 2016, com faturamento de R$ 15,772 bilhões.

No acumulado do ano, o avanço é de 4,8% e foi verificada alta de 4,3% na avaliação de 12 meses.

O setor de autopeças paulistano teve o melhor desempenho em julho, com 20,2% de aumento em relação ao mesmo mês de 2016.

Eletrodomésticos e eletrônicos aparecem na segunda colocação, com crescimento de 15,1%, seguido pelas vendas de vestuário, tecidos e calçados, com alta de 11,3%.

No período, o segmento de supermercados também avançou, com crescimento de 0,5%.

Assim como ocorreu no Estado, as vendas na capital também registraram crescimento disseminado em todos os segmentos.

O desempenho positivo no mês de julho, aponta a FecomercioSP, é ancorado na ampliação de variáveis econômicas positivas no ano.

“Começou com as quedas nas taxas de juros e de inflação, melhoria na renda agrícola e das exportações e injeção dos recursos das contas inativas do FGTS”, aponta a Federação.

A queda do desemprego também foi celebrada pela entidade. “A retomada do emprego É o maior determinante para a restauração da confiança e, por consequência, do processo de recuperação interna, não apenas das vendas do varejo, mas para toda a economia.”

A expectativa da FecomercioSP é de que, mesmo diante da instabilidade política no País, a economia deve continuar a reagir nos últimos meses do ano e tenha, no Estado, 5% de crescimento acumulado nos 12 meses de 2017, e de 6% na capital no mesmo período.

 

Fonte: Revista Exame

Os setores do comércio varejista e de serviços devem criar 51 mil vagas extras no final deste ano. A expectativa é do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). No entanto, oito em cada dez empresários disseram que não devem reforçar o quadro de funcionários para este fim de ano, o que aponta, segundo as entidades, que o período ainda não deve ser totalmente positivo para o setor.

“O último trimestre do ano traz sempre grandes expectativas para o comércio e o setor de serviços, que costumam ampliar estoques e fazer investimentos para atender a demanda normalmente aquecida das festas do Natal e réveillon. Neste ano, porém, a crise econômica deverá novamente inibir o volume das tradicionais contratações de mão de obra temporária e também de trabalhadores efetivos”, disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Um levantamento feito pelas entidades constatou que, do total de empresários que não pretende fazer contratações no último trimestre de 2017, quase metade (49%) acredita que sua atual equipe de funcionários atenderá ao volume de clientes esperado. Por outro lado, 13% dos consultados pelas entidades disseram que pretendem reforçar o quadro de funcionários. A principal motivação, neste caso, é suprir o aumento da demanda.

Vendas

O volume de vendas deve crescer 1% este ano na comparação com 2016, apontaram os empresários ouvidos na pesquisa. É a primeira vez, nos últimos dois anos, que a pesquisa aponta uma expectativa positiva nas vendas para o final do ano. Entre os entrevistados, 38% estão otimistas com as vendas, enquanto 34% deles apontam neutralidade e 21% esperam uma piora. “O estudo revela que a tímida melhora do cenário econômico, promovida sobretudo pela queda da inflação, das taxas de juros e pela tímida melhora nos níveis de desemprego, parece em alguma medida ter injetado boas expectativas nos empresários brasileiros”, disse Pellizaro Junior.

Para a pesquisa foram ouvidos 1.168 empresários dos setores de serviços e de comércio varejistas, localizados nas capitais e interior do país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

 

 

Fonte: Jornal do Brasil